Minha deliciosa cunhadinha. Com a adrenalina a mil, soquei com força naquela vadiazinha, que arfava e respirava forte. Comi ela uns bons minutos assim, sempre de olho na cama onde minha mina dormia. Mil coisas passando na minha cabeça, mas o tesão era a mais forte de todas. Então, a cunhadinha ficou de quatro, e eu prontamente comecei a meter gostoso naquela buceta. Não sei como a Natália não acordou. Porque a cama fazia barulho a cada estocada que eu dava. Quando chegou a hora de gozar, tirei meu pau de dentro dela, que prontamente. Já veio tirando a camisinha e pedindo pra que gozar tudo na boca dela. Não demorou muito e eu jorrei muita porra naquela boca gostosa. Ela engoliu tudinho, fez aquela cara de sapeca/safada que tanto me encantava e disse. E aí, quem é melhor?” Respondi: “Você, lógico!” Ela, enigmática. Comentou: “Você não viu nada ainda”. Deu uma risadinha e foi dormir. E ela estava certa, depois daquilo eu vi muitas coisas ainda, mas isso é assunto pra contos futuros.

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